Hoje, Sábado, pelas 17h30 na Casa do Brasil em Santarém, será apresentada a lista de deputados do PS pelo círculo eleitoral do distrito de Santarém

A lista do PS é composta por:

António Serrano
Idália Serrão
João Galamba
António Gameiro
Anabela Freitas
João Sequeira
Hugo Costa
Ana Casquinha
Maria da Luz Lopes
Pedro Ribeiro
Ricardo Segurado
Marina Onório
Mário Balsa
Mara Coelho
José Raimundo Noras

O secretário-geral do PS, José Sócrates, definiu hoje sete “desafios estratégicos”, que passam pela educação, energias renováveis e equipamentos sociais e de saúde, elegendo justiça e reforma do sistema político como “questões-chave” para uma “ação imediata”.

Na apresentação do programa eleitoral do PS, Sócrates apontou sete “desafios estratégicos” que propõe que o “país assuma”, estando “em primeiro lugar, o aumento da escolarização dos jovens, na perspetiva do cumprimento da escolaridade obrigatória até ao fim do ensino secundário, conforme lei aprovada na anterior legislatura”.
A “consolidação da aposta nas energias renováveis”, o “apoio à afirmação do setor exportador, para que possa vir a representar 40 por cento do Produto Interno Bruto”, e a “continuação do investimento em ciência e tecnologia”, são outros dos “desafios estratégicos” que enunciou.
Sócrates elegeu também o “avanço na rede digital para que todo o território nacional fique coberto pelas redes de nova geração e pela banda larga de alta velocidade” e a “prossecução da simplificação e modernização administrativa”.
A “conclusão das redes de cuidados de saúde” nomeadamente, das “unidades de saúde familiar e a rede de cuidados continuados para idosos independentes” e a “conclusão das Redes de equipamentos sociais, com destaque para as creches”, para “apoiar as jovens famílias portuguesas”, completam as metas definidas pelo PS.
O secretário-geral socialista identificou também “quatro questões chave para o progresso coletivo, que implicam uma resposta urgente” a que, disse, o PS “quer dedicar ação imediata do seu governo”.
À cabeça está a Justiça, afirmou, “para que seja um fator indutor de confiança, estabilidade mas também que seja um fator que acelere e melhore a competitividade económica”.
“A inserção dos jovens na vida ativa, para que os jovens que transitam para mundo do emprego tenham mais oportunidades de estágio profissional, de contratação por conta de outrem, criação do próprio emprego, mais oportunidades de iniciativa e empreendorismo”, apontou Sócrates.
A reabilitação urbana, que favoreça a “qualificação” das cidades e a “dinamização do mercado de habitação, incluindo o arrendamento” é outra das questões para “ação imediata”, afirmou.
A “organização do Estado e reforma do sistema politico” foi apontada pelo líder do PS como área a que a dedicar “ação urgente”, para que “prossiga a racionalização serviços e dos organismos públicos e empresas públicas e racionalização dos cargos dirigentes e para que prossiga descentralização dos serviços, a descentralização de competências e a aproximação dos eleitores aos eleitos”.
A abrir a sessão de apresentação do programa eleitoral do PS, que decorreu numa sala do Centro Cultural de Belém, interveio a mandatária nacional socialista Helena Nazaré, ex-reitora da Universidade de Aveiro e recém-eleita presidente da Associação de Universidades Europeias, o professor da faculdade de medicina da Universidade do Porto Henrique Barros e o professor da Universidade Nova de Lisboa e co-fundador da empresa Y Dreams Eduardo Dias.
Helena Nazaré fez uma intervenção breve, de cerca de cinco minutos, em que se referiu sobretudo às universidades, salientando a qualificação, “com nível de mestrado e doutoramento”, em que Portugal está equiparado “com os países mais desenvolvidos da Europa”.
“Temos hoje uma produtividade científica que ombreia também com os outros países da Europa. A nossa academia está com problemas, claro que está, mas também não somos os únicos, e tenho a certeza que vamos saber resistir e enfrentar este desafio”, afirmou.
Enquanto Henrique Barros fez uma intervenção de defesa do Serviço Nacional de Saúde, Eduardo Dias falou durante cerca de vinte minutos sobre o empreendedorismo, a importância da autoconfiança e da “luta contra o pessimismo”, bem como do investimento em tecnologia.

Fonte: http://www.ps.pt/noticias/programa-eleitoral-do-ps-2011-%E2%80%93-2015-sete-desafios-estrategicos/itemid-27


Assembleia de Freguesia de Pontével
25 de Abril de 2011

Quando frequentei a escola primária aprendi a história do dia 25 de Abril de 1974 e a sua importância para o nosso país, assim como, o significado da palavra ditadura. E cresci com aquele sentimento de que essa data foi um dos marcos mais importantes da nossa História. O 25 de Abril devolveu aos portugueses a liberdade de opinião e de expressão. Foi o fim da censura e o início de um período de direitos adquiridos: direito à educação, à saúde, ao trabalho ou à habitação.

Acredito e respeito acima de tudo a força da Natureza. Acredito que tudo nela tende para um equilíbrio, e hoje, com trinta anos, olho para o 25 de Abril como esse equilíbrio resultante de um de desequilíbrio que levou a uma ruptura de um regime e ao nascimento de um outro cuja palavra-chave foi liberdade.

E é para esta palavra que dirijo a minha atenção. No pós 25 de Abril a democracia ganhou força ea liberdade foi-se acentuando ao longo dos últimos anos. Hoje, dia 25 de Abril de 2011 sinto que os valores originais da liberdade de Abril de 1974 perderam força e que, de certa forma, se tornaram num instrumento para atingir objectivos que transcendem a liberdade humana.

Em nome da liberdade, uma geração cresceu e prosperou com tudo a que teria direito. Mas muitos dessa geração foram além do que seria seu por direito e quiseram mais e mais.
Em nome da liberdade, os dirigentes políticos eleitos democraticamente tomaram decisões pelo povo que o elegeu. Mas muitos desses políticos foram além do poder que lhes foi concedido, e, em tempo de prosperidade, não existiu qualquer reflexão sobre uma possível necessidade de poupança para fazer face aos momentos mais difíceis do país.
Em nome da liberdade, grande parte do povo português aprendeu a viver num certo comodismo colado ao Estado e aos direitos daí advindos.
Em nome da liberdade, gastos supérfluos germinaram com uma força assustadora e desengane-se quem considerar que a culpa é apenas dos políticos, porque até a mais insignificante folha de papel desperdiçada por qualquer pessoa e paga por fundos públicos é um custo de todos.
Em nome da liberdade, foram esbanjados recursos e palavras como ter/possuir, ganharam força. Para viver uma vida considerada digna, ter isto ou aquilo passou a ser necessário, mesmo sendo supérfluo. Sendo curioso o facto de existirem países com níveis de desenvolvimento muito superiores a Portugal em que a sua população não possui alguns dos bens materiais dos quais os portugueses dependem.
Em nome da liberdade, os meios de comunicação social adquiriram um poder que transcende a própria liberdade e todos os limites foram esquecidos.
Em nome da liberdade, a corrupção proliferou.
Em nome da liberdade, excessos foram e são cometidos e por isso o nosso país paga agora um preço elevado.

Quais os limites da liberdade, questiono? Como diz uma frase conhecida “A minha liberdade termina quando começa a dos outros”. Será assim tão difícil percepcionar o limite entre a nossa liberdade e a dos outros?

Oiço frequentemente a forma como gerações anteriores à minha falam dos jovens de hoje. É um facto que existem comportamentos de uma geração mais nova que a minha que também me fazem alguma confusão. Mas coloco uma nova questão: Quem é que permitiu que essas gerações chegassem ao ponto a que chegaram? Quem é que possibilitou que essas gerações não pudessem sentir o que seria ter que lutar por algo nem aprender a dar valor às coisas, por terem tudo o que querem num piscar de olhos?

Passando à minha geração, sinto que Abril começa a ficar esquecido, pois muitos de nós somos instrumentos que o país está a utilizar para tentar limpar anos e anos de esbanjamento e de direitos adquiridos por outras gerações. Mais que direitos, herdámos deveres.

E não, não somos preguiçosos! Alguns talvez, mas não todos. Conheço pessoas preguiçosas em todas as gerações e rotular os jovens com essa expressão é no mínimo uma falta de respeito por aqueles que poderão ter a salvação do país nas mãos mas que não têm a força certa para fazer valer a sua palavra. A realidade do nosso país subdivide-se neste momento em duas partes: aqueles que adquiriram todos os direitos e que estão protegidos por uma lei que não permite retirá-los e os que trabalham em condições muitas vezes precárias, horas a fio, sem direito a um tostão a mais, sendo que, algum do desemprego do nosso país se deve em parte ao excesso de trabalho dessas pessoas. Podem elas ser livres e dizer não? Claro que podem. Mas terão que estar muito bem preparadas para sofrer as consequências profissionais de uma decisão dessas, que garantidamente não lhes será muito favorável. Ou aceitam o que têm nas condições que têm, ou correm o risco de ingressar nas longas listas do desemprego. E entre a escolha de ficar sem trabalho por tentar fazer valer os seus direitos ou manter o trabalho e o seu ordenado, é óbvio o final desta história. Actualmente olho para o meu país e constato que se tornou o “salve-se quem puder”.

O lado bom e digno da liberdade está a morrer e prevalece o seu lado mais obscuro. Estranha liberdade esta!

Todos procuram culpados para o estado do nosso país. Talvez se percebermos que todos temos a nossa parte de culpa e responsabilidade e que a falta de solidariedade entre gerações está a tornar o nosso país decadente, acabe por levar a um despertar colectivo. Talvez! Ainda consigo ter alguma esperança nisso, mesmo enfraquecendo de dia para dia.

E se é verdade a frase que as pessoas mais velhas de hoje dizem frequentemente: “Vocês não sabem o que é a vida. Difícil era no meu tempo em que tínhamos que dividir uma sardinha por três.” Eu respondo que têm alguma razão, mas que depois disso existiu uma geração que esbanjou sardinhas e que uma outra num futuro muito próximo, talvez a dos meus filhos, sobrinhos, netos, e quem sabe ainda a minha, não vai saber sequer o que é dividir uma sardinha por três, nem poderá fazer uma nova revolução, um novo Abril, para mais uma vez tentar restituir a parte boa e saudável da liberdade, para mais uma vez levar a um novo equilíbrio em sintonia com a Natureza. E o motivo é tão simples quanto este: poderão não existir nem sardinhas, nem cravos, nem Natureza…

Marta Campino

No passado Domingo, dia 17 de Abril, pelas 11 horas, realizou-se no Hotel Altis em Lisboa a primeira reunião da Comissão Nacional do PS, cuja composição integra os militantes do PS/Cartaxo José Arruda Lopes, Elvira Tristão e Pedro Magalhães Ribeiro.


Nesta reunião o Secretário-Geral José Sócrates apresentou o novo Secretariado Nacional que vai propor no próximo dia 20 de Abril na Comissão Política Nacional. O novo Secretariado proposta é composto, para além de José Sócrates, por: Pedro Silva Pereira, Edite Estrela, José Lello, Augusto Santos Silva, Idália Salvador Serrão, Francisco Assis, Fernando Medina, André Figueiredo, João Tiago Silveira, Helena André e Pedro Marques.


Para Secretários Nacionais Adjuntos estão indicados os militantes Fernando Serrasqueiro, Joaquim Raposo, Isabel Santos e Vitalino Canas.


No que diz respeito à Comissão Política Nacional apresentaram-se duas listas a votação. Uma afecta à candidatura de Jacinto Serrão/Fonseca Ferreira (Lista A) e outra afecta à candidatura de José Sócrates (Lista B). Desta votação resultaram 14 eleitos para a Lista A e 51 para a Lista B.

PS CARTAXO | NOTA INFORMATIVA N.º 1/2011


VOTO DE LOUVOR
Atribuído ao Camarada JORGE LACÃO



Considerando que o nosso Camarada Jorge Lacão anunciou que não se iría recandidatar pelo círculo eleitoral do distrito de Santarém nas eleições legislativas agendadas para o próximo dia 5 de Junho;


Considerando o excelente trabalho que sempre desenvolveu em prol dos interesses de Portugal e, particularmente, do distrito de Santarém que sempre representou;


Considerando os laços de fraternidade, solidariedade, amizade e proximidade que sempre cultivou com o nosso concelho e com a secção do PS/Cartaxo;


Considerando, ainda, que o Camarada Jorge Lacão demonstrou no desempenho das suas funções políticas um invulgar empenho e espírito de dedicação à causa pública, pautando a sua actuação por padrões de excelência e seriedade intelectual que proporcionaram sempre um extraordinário relacionamento com todos os agentes locais e regionais;


A Comissão Política do PS/Cartaxo deliberou por unanimidade distinguir o Camarada Jorge Lacão com um voto de Louvor, na certeza de que continuará a defender os interesses da nossa região, do nosso país e do Partido Socialista.


A COMISSÃO POLÍTICA CONCELHÍA PS CARTAXO

Vila Chã de Ourique, 14 de Abril de 2011


O Presidente da Federação Distrital de Santarém, Paulo Fonseca, anunciou ontem na Comissão Política Distrital que o cabeça de lista por Santarém será o Ministro da Agricultura, António Serrano. Jorge Lacão, que nos últimos anos tem liderado a lista, manifestou a sua vontade em não se recandidatar a um novo mandato pelo círculo eleitoral de Santarém, e, assim, abrir um ciclo de renovação nas listas do PS.


Para acompanhar António Serrano existiu consenso da Comissão Política Distrital em redor de nomes como Idália Salvador Serrão (Santarém), Ana Casquinha (Benavente), Anabela Freitas (Tomar), António Gameiro (Ourém), Hugo Costa (JS/Tomar), João Sequeira (Rio Maior), Maria da Luz Lopes (Alcanena), Pedro Ribeiro (Almeirim) e Sónia Sanfona (Alpiarça).




Biografia de ANTÓNIO SERRANO

António Manuel Soares Serrano

Nascido a 16 de Janeiro de 1965 em Beja



Formação Académica


- Agregado em Gestão, Universidade de Évora, 2004


- Doutor em Gestão de Empresas, Universidade de Évora, 1997


- Mestre em Gestão, Instituto Superior de Economia e Gestão, 1993


- Licenciado em Gestão de Empresas, Ramo Agrícola, Universidade de Évora, 1989



Actividades e funções


- Vogal não executivo da Comissão Directiva do Programa Operacional do Alentejo, Inalentejo, do QREN, em representação do Governo, 2007-2009


- Presidente do Conselho de Administração do Hospital Espírito Santo, EPE, 2005-2009


- Professor Catedrático no Departamento de Gestão de Empresas, do quadro de nomeação definitiva da Universidade de Évora


- Director do Gabinete de Planeamento de Política Agro-Alimentar, do Ministério da Agricultura, 2005


- Pró-Reitor da Universidade de Évora, 1998-2002


- Presidente do Conselho Directivo da Área Departamental das Ciências Económicas e Empresariais da Universidade de Évora. 1999-2003


- Presidente do Departamento de Gestão de Empresas da Universidade de Évora, 1999-2003



Funções Governamentais Exercidas


Desde 2009-10-26

Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas do XVIII Governo Constitucional


No dia em que o PS do distrito de Santarém reúne a Comissão Política para decidir os candidatos às eleições de 5 de Junho, divulgamos o relatório de actividades parlamentares dos deputados eleitos pelo círculo de Santarém em 27 de Setembro de 2009.

Esta é a informação que está publicada no portal da Assembleia da República referente aos deputados João Galamba, António Gameiro, João Sequeria, e à deputada Anabela Freitas.



Nos termos dos Estatutos do Partido Socialista convoco os Membros da Comissão Política Distrital de Santarém para o próximo dia 13 de Abril, Quarta-feira, pelas 21H00, nos Bombeiros Voluntários de Santarém, na Av. Dr. Joaquim Veríssimo Serrão (Junto à rotunda do Continente, McDonald’s) em Santarém, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1.  Informações;
2. Apresentação, discussão e votação da Lista de Candidatos a Deputado pelo Círculo Eleitoral de Santarém.

No caso de não poder estar presente, deverá pedir substituição.

Com as melhores Saudações Socialistas.

A Presidente da Mesa da Comissão Política
Idália Salvador Serrão

PS | CONGRESSO NACIONAL


Camaradas,

O Partido Socialista dá-lhe a possibilidade de participar online com opiniões e contributos.

Vá até ao facebook em: http://www.facebook.com/SedeNacionalPartidoSocialista..

Acompanhe ao minuto os desenvolvimentos do XVII Congresso do Partido Socialista. Veja os vídeos, as intervenções e as fotografias.

Também aqui, no seu site, em www.pscartaxo.org ou no facebook do ps|cartaxo em www.facebook.com/ps.cartaxo pode acompanhar o XVII Congresso do PS visto pelos delegados do Cartaxo.

CONGRESSO NACIONAL | DELEGADOS DO CARTAXO


O PS/Cartaxo terá a maior representação de sempre num Congresso Nacional. São 6 os militantes que no próximo fim-de-semana estarão presentes em Matosinhos.

Os 4 militantes eleitos para representar a secção do Cartaxo são: António Morão, Maria Manuel Simão, Víctor Oliveira e Hugo Vieira. São também delegados ao Congresso, por inerência, Pedro Magalhães Ribeiro, Presidente do PS/Cartaxo, e José Arruda Lopes, na qualidade de membro da actual Comissão Nacional.


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